Uso de máscaras passa a ser obrigatório em Macaé

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A partir desta segunda-feira (17) o uso da máscara de proteção facial não profissional ou profissional e do equipamento de proteção individual (EPI), passou a ser obrigatório em Macaé, no Norte Fluminense. Como punição ao cidadão que não obedecer a nova norma, a prefeitura estipulou multa de R$ 150. Até está segunda-feira, o município tem 6.796 casos de coronavírus, destes, 6.710 pacientes recuperados/removidos (total de recuperados mais quantidade de óbitos) e 124 óbitos por Covid-19. As taxas do município, nesta segunda-feira (17), são: de ocupação de leitos terapia intensiva SUS Covid-19, 18%; de reprodução do vírus 0,93; e de letalidade 1,8%.

Segundo a prefeitura, com o município atingindo a faixa verde de contaminação, houve maior flexibilização das atividades, resultando assim em um aumento de fluxo de pessoas, sendo essencial o uso do equipamento para a contenção do coronavírus. O uso da máscara é obrigatório durante o deslocamento e permanência de pessoas pelo município. A medida abrange todos os estabelecimentos que já tiveram autorização de retorno das atividades, bem como transporte público ou privado de passageiros; estabelecimentos comerciais e empresariais e bens públicos como os de uso comum do povo, tais como praias, lagoas, rios, estradas, ruas e praças e os de uso especial, como edifícios ou terrenos destinados a serviço ou estabelecimento da administração pública direta e/ou indireta.

Em Macaé, o uso de máscaras era exigido apenas por profissionais no exercício de suas atividades, por consumidores/clientes dentro de estabelecimentos e passageiros de transporte público ou privado (neste caso, o uso não é obrigatório apenas se o condutor estiver sozinho no veículo). A listagem com os cidadãos autuados será encaminhada pela Prefeitura de Macaé ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro para apuração de responsabilidade na seara criminal. Toda receita advinda das multas será destinada em partes iguais a três instituições sem fins lucrativos do município, que atuam na assistência de crianças e adolescentes portadores de necessidades especiais: Sentrinho, Apae e Pestalozzi.

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O Milênio