Quissamã recebe carregamento de seringas para vacinação

Foto: Philipe Moacyr/Arquivo

A Prefeitura de Quissamã recebeu, neste sábado (16), um carregamento de 7,3 mil seringas descartáveis com agulha do Governo do Estado. O material será utilizado exclusivamente para a vacinação contra a Covid-19. O Município está definindo os detalhes para iniciar a campanha o mais rápido possível, assim que as doses da vacina forem entregues pelas autoridades federais e estaduais.

O carregamento de seringas foi entregue no Centro de Especialidades na tarde deste sábado e teve o apoio da Polícia Militar. O Governo do Estado do Rio está seguindo o Plano Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde (MS). O PNI acontecerá inicialmente em quatro fases, com a primeira priorizando os trabalhadores da saúde, a população idosa a partir de 75 anos de idade, pessoas com 60 anos ou mais que vivem em instituições de longa permanência (asilos e instituições psiquiátricas) e população indígena.

– Vamos iniciar a vacinação imediatamente quando o município receber o carregamento de doses do Ministério da Saúde e da Secretaria de Estado de Saúde. Estamos tomando todas as medidas para que a nossa população seja imunizada. Quissamã é uma referência na campanha de vacinação e não será diferente desta vez – disse a prefeita de Quissamã, Fátima Pacheco.

Desde o ano passado, a Prefeitura de Quissamã vem se mobilizando para a realização da vacinação na cidade. Em dezembro foi assinado um termo de entendimento com o Instituto Butantan para aquisição de 36 mil doses da vacina contra o Covid-19. O Governo Municipal espera um posicionamento oficial do Instituto.  

– Recebemos esse carregamento de seringas hoje, mas nosso planejamento para a vacinação contra a Covid-19 começou desde o ano passado. Agora aguardamos a chegada das doses para iniciar a imunização – conta a secretária de Saúde, Renata Fagundes.

Fases do Plano Nacional de Imunizações

– A primeira fase prioriza os trabalhadores da saúde, a população idosa a partir de 75 anos de idade, pessoas com 60 anos ou mais que vivem em instituições de longa permanência (asilos e instituições psiquiátricas) e população indígena;

– A segunda fase inclui pessoas de 60 a 74 anos;

– A terceira fase prevê a vacinação de pessoas com comorbidades e, por isso, maior risco de agravamento da doença (como portadores de doenças renais crônicas e cardiovasculares);

– A quarta fase abrangerá professores, forças de segurança e salvamento, funcionários do sistema prisional e população privada de liberdade.

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