Porto do Açu repudia golpe e explica como funciona processo de contratação de funcionários

Um estelionatário foi preso após aplicar golpes em profissionais que desejavam trabalhar no Porto do Açu

Foto: Divulgação

Depois da prisão do estelionatário que aplicou golpes em moradores da região afirmando que conseguiria vagas de emprego para os interessados no Porto do Açu, o jornal O Milênio procurou o complexo para entender melhor como funciona o processo de contratação de funcionários no complexo, que repudiou a ação do criminoso.

Diferentemente do golpista que fazia a falsa promessa de dar um emprego em troca de R$ 100, o Porto do Açu informou que não cobra nenhum dinheiro para os candidatos e que o empreendimento conta apenas com canais oficiais para contratação. O pronunciamento diz ainda que os interessados em concorrer a oportunidades de emprego em quaisquer das empresas instaladas no Porto devem cadastrar o currículo na Rede de Empregabilidade do Porto do Açu (www.vagas.com/rede-de-empregabilidade) ou via Balcão de Oportunidades da prefeitura de São João da Barra ( www.prefeiturasjb.wixsite.com/vagas, ou pelo WhatsApp 22 2741-8122).

Em caso de dúvidas ou denúncias, os interessados podem entrar em contato com o 0800 729 0810 ou através do Fale Conosco, no site do Porto do Açu (www.portodoacu.com.br).

Prisão do estelionatário 

Um homem foi preso no final da tarde desse domingo (3) no Parque Cidade Luz, em Campos, por suspeita de oferecer falsas oportunidades de trabalho no Porto do Açu, em São João da Barra. De acordo com a Polícia Civil, o golpista cobrava que os interessados pagassem para conseguirem as vagas, mas após o pagamento, as vítimas não recebiam um retorno. Cerca de 100 pessoas foram enganadas.

Ainda segundo a polícia, o suspeito cobrava R$ 100 em dinheiro para empregar os interessados, mas como ele não tem relação com o complexo portuário, as vítimas não foram empregadas. Dentro da casa do criminoso, os policiais apreenderam 76 carteiras de trabalho que seriam dos trabalhadores que solicitaram o processo. Um comparsa, que prestou auxílio ao estelionatário, ainda não foi encontrado.

O golpista foi encaminhado para a 134ª Delegacia de Polícia, onde a ocorrência é investigada. Várias denúncias já haviam sido feitas pelos trabalhadores contra o criminoso. Depois que souberam da prisão, várias pessoas enganadas estiveram no local para prestar depoimentos.

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O Milênio