Abertura das Olimpíadas destaca luta e superação contra a pandemia

Na imagem contém os atletas brasileiros segurando a bandeira do país #PraCegoVer Foto: Martin BUREAU / AFP

A Olimpíada de Tóquio 2020 teve início nesta sexta-feira (23), às 8h, de Brasília, no estádio Olímpico, na capital do Japão, carregando o lema “Unidos pela emoção”. Devido à pandemia, o evento teve que ser adiado por mais de um ano e acontece seguindo normas rígidas para evitar o contágio da Covid-19, como a ausência de público nas competições, pela primeira vez.

A cerimônia de abertura contou com a participação de cerca de 1 mil atletas, cenário diferente de 2016, quando 12 mil atletas desfilaram. O evento trouxe uma mensagem de esperança no futuro, em que esporte, cultura, tecnologia e a empatia serão instrumentos vitais para um mundo melhor, que ganhe a medalha de ouro na competição contra a desigualdade, o ódio, o preconceito, o desmatamento, as guerras e as pandemias. O Brasil foi representado pelos atletas, a judoca Ketleyn Quadros, primeira medalhista olímpica brasileira em prova individual, e o levantador do vôlei, Bruno Rezende, campeão olímpico e duas vezes medalha de prata.

Em respeito às mais de 4 milhões vítimas de Covid-19 no mundo todo, houve um minuto de silêncio. Teve uma série de coreografias coloridas homenageou a tradição do Japão, de superação de outras adversidades, como incêndios e terremotos, com uma dança em referência aos bombeiros e a outras vítimas de desastres naturais.

Nesta 32ª edição de Olimpíada na era Moderna, haverá a disputa em 33 modalidades, com a participação de mais de 11 mil atletas de 204 países, que, pela primeira vez, ficarão praticamente restritos a trajetos específicos de suas atividades. Em todas as Olimpíadas, o Brasil soma 129 medalhas, ocupando o 29º lugar. Em 2016, o país conquistou 19 medalhas, sendo sete de ouro, seis de prata e seis de bronze e obteve a 12ª colocação, a melhor do País na história.

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O Milênio

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